Hoje, as "Portas Formosas" ainda existem. São nossos locais de trabalho, nossas escolas, nossos círculos de amizade e até mesmo nossas famílias. E nelas, encontramos pessoas que, como aquele homem, carregam deficiências – não necessariamente físicas, mas emocionais, espirituais e psicológicas. Pessoas presas em ciclos de vício, paralisadas pelo medo, cativas da depressão, mendigando por um pouco de atenção, afeto ou esperança. Elas estão à porta, esperando por algo, muitas vezes sem saber exatamente o quê. É neste cenário que a Igreja, você e eu, somos chamados a entrar em cena.